Se alguém nos perguntasse, hoje, "o que você quer ser quando crescer?", provavelmente responderíamos: "Alguém com mais tempo livre". É extremamente complexo ser um apreciador da arte geek hoje em dia. Basicamente, nossas atividades se ramificam em séries, filmes, jogos, quadrinhos, livros e, quando sobra tempo, um tiquinho de arte e um cadinho de vida social.

Para humanizar nosso trabalho, o TecMundo Games publica, numa média quinzenal, um pouco da rotina dos redatores que trabalham aqui. Acredite: sofremos do mesmo drama que vocês, aquele de não conseguir jogar os 183 títulos do Steam ou zerar aquelas 19 pendências nos consoles. Confira o que estamos fazendo em nossas horas livres, datando de 10/03/2017!

Paulo Bonilauri, redator

Horizon: Zero Dawn – um BELÍSSIMO começo

Finalmente, depois de tanto tempo, tenho a chance de jogar o game que me deixou boquiaberto na E3! E ele não me decepcionou: mesmo com apenas algumas horas de jogo, já tive a chance de conhecer uma história incrivelmente interessante, NPCs carismáticos e uma jogabilidade que transita perfeitamente entre o furtivo e o combate, me garantindo muito desafio e diversão.

Já falei, aliás, em como esse jogo é lindo? Pois é. Cada canto do game, cutscene e batalha pede uma nova screenshot (com destaque, é claro, para a vez em que um Galope resolveu atravessar uma pedra e ficar preso dentro dela), tão lindos são os cenários. Me faz até lembrar de um outro game gigantesco que estou louco para jogar...

Quanto à minha aventura de Pathfinder... Pois bem... Levamos o temido TPK. Basicamente, graças à falta dos personagens do grupo mais fortes em nossa última sessão, um inimigo que só podia ser atingido pelo membro mais fraco do time e a primeira armadilha que encontramos no jogo, acabamos todos sendo derrotados, no que, infelizmente, chamaria de um dos piores exemplos de design de sessão que já vi.

Felipe Gugelmin, redator

Mergulhado em Breath of the Wild

Continuo preso ao universo de The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Mesmo após terminar a missão principal, ainda há muito para descobrir no game, seja através da procura por mais sementes de Korok ou para encontrar algumas das shrines que o jogo sabe esconder muito bem.

Minha “diversão” no momento está sendo caçar amiibos baratos para destravar algumas das roupas que outras versões de Link usaram no passado. Eu sei que não é algo necessariamente essencial para o jogo, mas é muito legal para um fã poder jogar com os “uniformes” que vesti anteriormente em Twilight Princess ou Ocarina of Time. Confira nossa análise clicando aqui.

Claudio Yuge, redator

De tudo um pouco!

Ainda estava jogando Resident Evil VII e testei o Horizon Zero Dawn, que tem jogabilidade incrível, viciante mesmo. De HQs tenho acompanhado de perto a chegada de Secret Empire, evento de verão da Marvel Comics, e na DC Comics estou lendo a investigação de Batman e Flash sobre os eventos de Rebirth – que envolvem Watchmen.

Em cinema gostei muito do Logan e de Lion, indicado ao Oscar, e também vi Christine, sobre uma repórter que gerou um dos vídeos mais polêmicos e raros da web. Comecei a ver a série Dirk Gently's Holistic Detective, do prolífico Max Landis, enquanto não vejo a segunda temporada de Love e a estreia de Punho de Ferro.

Leonardo Rocha, redator

Largar Final Fantasy 15? Pra quê?

Agora que finalmente platinei Final Fantasy XV, estou preparado para deixar essa belezura de lado por um tempo e finalmente conferir a versão do reboot de Tomb Raider de 2013 em sua versão remasterizada para o PS4. Esse aí é um que eu estava adiando já faz algum tempo, mas agora que vou entrar de férias finalmente vou poder tirar esse atraso. Pelo menos até o dia 28 de março, quando sai o primeiro DLC de FFXV e eu provavelmente não vou conseguir resistir à tentação de acabar com a raça do Gilgamesh.

Vinicius Severiano, redator estagiário

Conheçam o novo Beto Carrero!

Não existe vício maior para mim do que jogos do estilo Tycoon. Mais ainda quando o título envolve simulação de parques de diversão! E o game que mais ocupou meu tempo nas últimas semanas foi o Parkitect, uma versão Indie que me lembra muito a primeira e a segunda versões do saudoso Roller Coaster Tycoon – só que em 3D.

O projeto do game começou no Kickstarter e está no Alpha Early Access da Steam, mas já cativa mesmo estando ainda em desenvolvimento. Enquanto não estou encontrando uma maneira de rodar Planet Coaster no meu laptop da Xuxa, este está fazendo minha diversão... Sabe aquele jogo que você pensa “que delícia cara”? Então... Parkitect!

Douglas Vieira, redator

Pokémon GO: vício eterno!

Com a chegada da segunda geração a Pokémon GO, não deu outra: eu e minha esposa estamos caçando todas as criaturas de Johto ao mesmo tempo em que curtimos um pouco mais a descoberta das forças e fraquezas de cada uma das criaturas. Certamente o jogo se tornou muito mais dinâmico agora, com algumas dessas novidades, e com certeza há muito mais espaço para crescer no futuro que está por vir.

Bruno Micali, redator

NieR: Automata e Zeldinha

A parte mais difícil de jogar video games é jogar video games. Em outras palavras: é ter tempo para fazer isso. Trabalhos, especiais que entram aqui no site, cursos, Netflix, livros, HQs e as zilhões de atividades que povoam nosso mundo geek fazem com que nós tenhamos poucas horas livres por dia – e não podemos nos esquecer de que existe vida social em algum lugar por aí.

“Early adopter” assumido, comprei o Switch no segundo dia de vida do console (4 de março) e estou intercalando a jogatina entre Zelda: Breath of the Wild e NieR: Automata, cuja análise está em progresso e será postada em breve. São duas experiências completamente distintas e tão únicas. NieR tem proporcionado uma bem-vinda mistura de gêneros – é hack’n’slash, é RPG, é mundo aberto, é side-scrolling, é visão aérea, é loucura do nicho japonês, com melancolia, filosofia e um tequinho de Evangelion. E é pizza hoje de noite com Coca-cola e jogatina.

-----

E você, o que está jogando atualmente? Conte para nós na seção destinada aos comentários, logo adiante!

%MCEPASTEBIN%