Embora muitos games apostem na presença de dragões como aliados e inimigos, Scalebound se difere um pouco nesse sentido ao não dar ao jogador controle total sobre a criatura. Segundo o diretor do game, Hideki Kamiya, isso é algo intencional e, desde o começo, o objetivo era permitir que Thuban pensasse por conta própria.

Kamiya explica que um dos resultados mais interessantes dessa decisão é o fato de que a criatura nem sempre faz aquilo que o jogador pede. Muitas vezes ela tem suas próprias prioridades em meio a uma batalha ou a um puzzle, e você vai ter que observá-la para descobrir o que ela quer e a maneira como ela se comporta.

O diretor também afirma que há muitos games em que há campos abertos em que o jogador tem que enfrentar muitos inimigos, mas que Scalebound se difere deles. Segundo ele, a presença de um grande dragão semiautônomo com prioridades e desejos próprios faz com que você tenha que “repensar tudo”, e esse é um dos principais desafios que o time de desenvolvimento enfrentou na criação do título.